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SEMESP empaca. Professores insistem
Na última rodada de negociação com o SEMESP (sindicato das mantenedoras dos estabelecimentos de ensino superior de São Paulo), no dia 03.03, os professores tentaram em vão priorizar a cláusula de reajuste salarial. Mas os patrões, em uma estratégia já bem ‘manjada’ pela categoria, insistiram em vincular a discussão de aumento salarial às quatro outras cláusulas da pauta: plano de carreira/piso; educação à distância nos cursos semipresenciais; bolsa de estudo e plano de saúde.
A estratégia do SEMESP é ganhar tempo. Os professores pedem a reposição integral da inflação, mais aumento real.
Diante do impasse, FEPESP e SINPROs se preparam para jogar duro, e trabalham para que haja uma proposta formulada, de comum acordo, até a data da próxima assembléia (15.03).
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